O 360 normal (ou belly spin) é uma manobra muito simples, pois consiste no movimento de rotação de 360 graus para a frente - no sentido da onda - aproveitando a parede da onda e a linha da trajectória que já vinha sendo traçada.
O essencial a ter em conta é isto:1 - Aproveitar a projecção gerada e realizar a manobra no lip, o que aumenta o grau de dificuldade;
2 - As pernas devem estar levantadas e cruzadas, algo que acaba por ser obrigatório para quem quer "ripar" com estilo e sintonia. Há ainda quem faça uma pequena rotação da cabeça para ajudar ainda mais ao movimento;
4 - Para começar, podes aproveitar a projecção do bottom-turn e fazer os teus primeiros 360, pois é sensivelmente mais fácil. Lembra-te que o que interessa na realidade é a qualidade, por isso, o local que escolhes para fazer a manobra vai sempre marcar o grau de dificuldade da mesma.
O movimento é simples, pois trata-se de uma rotação de 360 graus no ar, mas esta tem que ser efectuada com alguma agressividade e, ao mesmo tempo, graciosidade.
Basicamente, os conhecimentos a saber são os seguintes:
É importante cruzar as pernas e ter sempre a noção de onde te encontras (no ar!). Ah, e não te esqueças:
acreditar é poder!!
Falamos do El Rollo e 360. O ARS é declaradamente uma manobra da escola moderna do Bodyboard e foi inventada pelo australiano Michael "Eppo" Eppelstun. Devido ao espectáculo do movimento, a manobra contaminou meio mundo em muito pouco tempo e houve mesmo quem afirmasse que Eppo só se tornou campeão mundial em 1995 à conta desta manobra.
Algumas fases que
deves ter em conta ao arriscares num ARS:
1 - Gerar velocidade, atacar o lip e inclinar a cabeça para trás como se se tratasse de um simples El Rollo;
3 - Nas aterragens deves ter em conta que umas são mais suaves do que outras, mas que deves sempre agarrar-te bem à prancha. É ainda normal terminar de costas ou paralelamente à praia, mas não deves perder o norte ou quebrar o movimento que iniciaste no ar. Limita-te a ser fluido e tudo correrá da melhor forma.
Pela técnica exigida, o Air Roll Spin é uma manobra de nível elevado
DROPKNEE
Jack "The Ripper" Lindholm pode não ter sido o primeiro bodyboarder a enfrentar as grandes massas de água do North Shore havaiano, mas as suas primeiras entradas em Pipeline foram inacreditáveis ao ponto de ainda se sentir uma certa mística no ar nos dias que correm.Encontrávamo-nos no Inverno de 1978 quando "The Ripper" introduziu este novo estilo, metade de joelho, metade em pé, que mais tarde viria a ser apelidado de dropknee. Diz-se mesmo que Jack inspirou-se em cenas de filmes de Kung-Fu quando tentou o estilo pelas primeiras vezes.
Verdade ou não, a consequência desta revolucionária nova posição foi fazer com que todas as revistas de Surf do mundo se interessassem pelo facto e quisessem saber mais, publicando fotos de Jack em dropknee
Devido ao seu talento, Jack tornou-se o primeiro atleta a dar credibilidade ao desporto, deixando uma porta aberta para tudo aquilo que o Bodyboard representa hoje em dia. Mais tarde, bodyboarders como Keith Sasaki e até mesmo Jay Reale cumpriram a sua função, não deixando morrer o estilo e elevando-o a um patamar mais radical.
Nomes como os de Joey Vieira, Thomas Richard, Michael Crawley, Matt Lakey, David Hubbard, Paul Roach, Kainoa McGee, Dave Ballard e Aka Lyman, estão na frente de ataque no que diz respeito à evolução do dk.
Uma coisa é certa, o Bodyboard veio para ficar e o dk tornou-se numa vertente válida e de bom gosto.
É, por isso, uma das manobras de efeito mais bonito que existem no seio da modalidade. Nas imagens anexas, podemos ver o bodyboarder no ponto máximo da manobra e também observar o quanto ela exige em termos físicos.
Por bom aquecimento entende-se despender cerca de 10 minutos para realizar alongamentos nos músculos do pescoço, dos ombros, dos braços e das pernas. De seguida convém efectuar um aquecimento à zona do tronco e restantes articulações.
Nesse aspecto, o Invert não foge à regra, mas é essencialmente crucial bater no lip e... voar. Depois deste comprometimento entre atleta/onda, basta virar o bottom da prancha para o céu ou, como fazem os atletas mais radicais, na direcção da praia.
O El Rollo é, provavelmente, a manobra que mais identificou o desporto ao longo dos tempos.
Para um principiante as fases que a manobra engloba podem parecer complicadas, mas acontece que não é bem assim.
Dicas essenciais para fazer um bom El Rollo são:
1 - Alcançar boa velocidade e fazer um bom bottom-turn para atingir o lip, de forma a obter o máximo de projecção;
2 - Quando acabas de sentir o impacto do lip na prancha, aproveitas para projectar o corpo para cima, para o lado e para a frente de forma a tentar subir o máximo possível. Os braços ficam esticados e a cabeça é puxada bem para trás. Este último pormenor baixa o centro de rotação e permite um movimento mais alinhado com a onda;
4 - Para terminar, é preciso agarrar bem a prancha no momento da queda e, às vezes, uns bons abdominais são muito bem-vindos, já que é esta zona que vai suportar toda a pressão.
Quando o verde da onda passa pela nossa cabeça e nos cobre, começando a cair à nossa frente numa fracção de segundos, então aí sabemos que o Tubo é algo verdadeiramente inexplicável e difícil de ser relatado ao mais comum dos mortais.
Um simples "canudo" de alguns segundos pode parecer um eternidade e fica gravado nas nossas mentes para sempre. Ficam então algumas dicas que podem ser importantes quando estiverem na água:
1- Lembra-te sempre
que "andas" no Tubo com a finalidade de encontrares a
saída;
2 - Nunca perder a calma e colocar sempre os
olhos na "porta de saída";
3 - Mantém a
linha e vai avançando, avançando,
secção após secção;
4 - O único conselho que podemos dar para terminar é
que à saída de um Tubo o melhor que podes fazer...
é sempre procurar por outro!
maria
Sat 11 Aug 2007 10:15